Buscamos a Verdade mais absoluta possivel, permitida à nossa compreensão, mesmo que transitória, mas sempre pesquisando, sempre questionando os dogmas.
Não crê e não admite a Verdade Revelada para todos, da mesma forma. O maçom pode até crer numa verdade pré-concebida, mas seu espírito democratico e pesquisador ha de admitir a possibildiade de outros estarem também no caminho da Verdade, mesmo pensando diferentemente e isso não é fácil.
Por isso, concordando com o autor André O. de Assis Muniz, o rito Francês está na frente na sua constante batalha contra o fanatismo, filho preferido da ignorância, contra o despotismo e superstições.
É inadmissível que um maçom que compreeenda a filosofia Iluminista do rito, se deixar dominar pelas pequenas paixões ou mesmo pelas crendices populares. Ele deve ter o dominio da Razão, sempre.
Vemos entre os irmãos, muitas vezes, a superstição correr solta, como em um homem de conhecimento medíocre, e é o fato. Mediocridade e ignorancia. O homem racional não admite a sorte ou azar como fator de decisão. Ele age, faz acontecer, ele muda os prognósticos com sua ação. Confiar na sorte ou "deixar rolar pra ver no que vai dar", como se diz por ai, além de comodismo, é falta de senso e de razão.
O maçom, particularmente o Modernista, deve ser um livrepensador, um homem sábio ou próximo disso, que nem sempre é dono da verdade, mas está mais próximo dela pelo seu esforço em pensar, em estudar, em buscá-la constantemente.
Como podemos ser exemplo na sociedade, se somos iguais aos comuns, se somos medíocres? Impossivel!
Temos que estar um passo adiante, mostrando o caminho, não conduzindo a "boiada" apenas, como fazem os tiranos e pilantras, dominando a mente dos mais fracos, mas ensinando, proporcionando o saber.
Desta forma a sociedade nos seguirá e ampliará seu conhecimento através do nosso exemplo, de nossa postura e conduta.
Não podemos ser alvos de picaretagens, de malandros, tanto na sociedade como na política principalmente. Temos sido lesados constantemente pelas autoridades corruptas que, no entanto, nós mesmos acabamos avalizando para nos roubarem, pois nós os elegemos ou permitimos que eles continuem atuando.
Nós maçons do rito Moderno e dos demais também, é claro, devemos nos unir num trabalho de moralização (não o conservadorismo barato que reina em muitas Lojas, quanto a comportamentos hipócritas que muitos exigem, mas não cumprem). Incentivar desde as escolas fundamentais, o ensino da Ética e dos principios do cidadão e do patriota. Envolver os jovens em corpos paramaçônicos e trazê-los ainda jovens para a Ordem, nas Lojas Acadêmcias e Universitárias, fazendo-os se tornarem chefes de familia e bons profissionais, ja com o ensino do simbolismo maçônico e não esperarmos eles ficarem velhos, cansados, sem motivação para agir, como acontece hoje normalmente na Ordem Maçônica. Esses jovens serão os membros do governo e das emrpesas, profissionais liberais, técnicos e sem duvida, bons chefes de familia, atuando diretamente na resolução dos problemas sociais que surgirão no decorrer dos tempos e estarão preparados para isso.
Temos que nos sentirmos insultados com os velhacos que aplicam pequenos golpes por ai, com os marginais que nos assaltam e tiram vidas de trabalhadores, com os corruptos que vestem o "uniforme" de funcionário público e com os administradores publicos que nós mesmos escolhemos para nos guiar na vida politica e que só nós mesmos podemos evitá-los antes de chegarem à candidatura, ocupando seus espaços nos partidos políticos.
Essa é nossa obrigação social e patriótica. Devemos isso ao Brasil e à população mai carente de conhecimento.
Devemos ser céticos, não crédulos no sistema corrompido e não criar expectativas tolas em relação a pessoas sem passado impoluto, ao contrário dos ignorantes que reconduzemn criminosos a postos de comando em todos os níveis de governo.
Devemos crer no que é real e factível, sem perder a Esperança, claro, mas esperança é o mesmo que confiança e não simples desejo. Confiança no resultado de nosso trabalho.
O que fazer Modernista ?
Temos muito a fazer irmãos modernistas e praticantes dos demais ritos também, que não estão impedidos de serem racionais por isso. Ninguém escolhe a Loja ou rito a ser iniciado, mas podemos sim,e scolher nossa conduta ao nos tornarmos Mestres de nós mesmos.
O rito Moderno é uma alavanca de progresso para o maçom. Anima e fortalece, esclarece o pensamento com suas bases doutrinárias de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Para que isso não passe de um simples lema a enfeitar formulários e pranchas, temos que sair do marasmo e nos unirmos em propósitos.
A meu ver, primeiramente nos organziando dentro do Simbolismo, nas Lojas do GOB, ns pocuas Lojas que somos e buscar uma Organização, traçar objetivos e colocar em ação. Manter um relacionamento estreito e franco com os dirigentes do GOB, apra assim mostrarmos que somos realmente fortes e podemos ser um rito de muitas Lojas, e se não formos, de muitos bons maçons o que é mais intereessante ainda.
Em breve, colocarei aqui um projeto nesse sentido, que é apra ser avaliado pelos irmãos e complementado, antes de ser criticado, como é o costume, principalmente quando se trata de temer a obscuridade dos holofotes, querendo que eles permaneçam acesos para sempre, ofuscando seus olhos. Libertem-se desse vicio e vamos dividir a represetnatividade entre nós Mestres do simbolismo e injetar em nossas Oficinas o fermento que falta para crescermos.
Grito de Guerra do Modernista: Abaixo a ignorancia, o fanatismo e a superstição. Salve a Liberdade de pensamento!
tfa
Marco Piva
bibiliografia de apoio - Novo Manual do Rito Moderno - G. de Comp.
de André O. Assis Muniz
Editora Gazeta Maçônica, 2008 (www.gazetamaconica.com)

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