O fanatismo substituiu o instinto básico da sobrevivência (fome e reprodução) que eram os motivos pelos quais os homens se matavam no principio da civilização.
Com o tempo, ele aprendeu a produzir, trabalhar e comercializar em coletividade, todavia, não conseguiu o principal: Respeitar a liberdade de pensar dos seus semelhantes. O homem deseja poder, sempre, é mais forte do que a necessidade de se alimentar até. Desde as pequenas atitudes, ele demosntra que deseja ser superior, mandar, ter mais que o outro. Isso é poder.
Uma das formas mais estúpidas e primitivas de poder, é o dominio da mente alheia. O desejo de conduzir pessoas pelo seu pensamento.
Isso vem se tronando mais forte a cada século. Ao perder o poder material (escravidão) e fisico sobre os outros homens, ele passa a exigir dos menos dotados de razão, de conhecimento, de dircenimento, que o imite, que o siga, que seja fiel ao seu pensamento e não que desenvolva a sua própria maneira de pensar.
Quero crer que a maneira mais cruel de escravizar o homem atual, é pelo fanatismo religioso, dado que o fanatismo político vem se esvaindo com a queda do comunismo, ultimo grande sistema dominador de mentes no mundo, sem entrar nas considerações positivas e negativas que o sistema apresentou durante sua existência. Alguns poucos paises e grupos ainda persistem em mantê-lo vivo apesar das dificuldades que encontram, mas ele está agonizante.
O sistema capitalista global toma conta rapidamente dos quatro cantos do mundo, até por uma questão de necessidade. Cruel às vezes, mas sem substituto ainda.
O sistema capitalista global toma conta rapidamente dos quatro cantos do mundo, até por uma questão de necessidade. Cruel às vezes, mas sem substituto ainda.
Voltando ao fanatismo religioso, é o que considero mais imoral, mais prejudicial e covarde, dado que atinge o homem ignorante em sua boa fé, em seus sentimentos mais puros, que é a FÈ, que pdoemos chamar de Esperança. Fé nada mais é do que esperança. Ningue´m conhece nada, ninguém sabe nada na verdade, temos ou criamos expectativas e queremos crer que isso ou aquilo acontecerá um dia, vivos ou mortos. Certeza, ninguem tem de nada.
os mais ladinos e hipócritas, usam a religião como meio de conduzir massas. A isso tem se prestado as religiões no decorrer dos anos. Elas serviram em uma época apr aunir as pessoas, é bem verdade, mas também apra radicalizar e confrontar.
Vejamos quantos seres humanos morreram nesses séculos d ecivilização por questões religiosas? Nãot emos ocmo mensurar isso, claro. Na verdade, a maioria das guerras, tem como pano d efundo a intolerancia racial e religiosa. Nada mais que isso.
As religiões que foram um movimento criados para religar o homem a Deus ou seu criador (significado da palavra religião), acabou se tornando um fator de desagregação, ódio eterno, vingança.
Como prova disso, basta analisarmos o ódio profundo entre judfeus e árabes, em aprticular os palestinos, que sao povos da mesma origem na verdade.
Judeus e palestinos são povos originários daquela região.
Por que o ódio e a guerra? Por causa de uma terra estéril que nada produz? Porque nela andou jesus?Não, nenhuma das duas religiões predominantes ali, judaica e muçulmana são cristãs. nenhuma delas crê em Jesus como o Messias e sim como mais um profeta, entre tantos outros.
Os fundamentos básicos do islamismo e do judaísmo, embroa com diferenças marcantes, mostram muita semelhança em alguns pontos, por terem a mesma origem. As religiões, na verdade, são dissidências umas das outras, ocorridas no correr de muitos anos. O próprio cristinismo é uma delas, parte do judaísmo que crê na chegada do Messias (Jesus, o Cristo de Nazaré), que se baseia em sua palavra no Novo testamento, ao passo que o judaísmo ortodoxo crê que ainda não chegou o Messias. Jesus era judeu e não criou nenhuma nova religião, ao contrário, defendia a religião judaica, apenas trouxe uma nova concepção das escrituras. Explicou-as com suas parábolas, e, como filósofo que era, trasnmitiu ensimantos baseados no amor fraternal. Os oportunistas de plantão, que semrpe existiram, no decorrer dos anos, criaram uma nova religião ou movimento religioso que deu na igreja católica.
Isso ocorreu mais de 200 anos depois da morte de Cristo, e foi com a intenção de salvar o Império Romano, pois o movimento cristão ja era forte e foi melhor aderir do que enfrentar.
Voltando aos dias de hoje, se temos esse ódio mortal (literalmente) entre judeus e árabes/palestinos, é por quetões de fanatismo religioso. Não há razão, não há na verdade, a necessidade de ter a posse d euma terra que nada produz. Sómente o fanatismo e o radicalismo de ambas as aprtes.
Ja pensaram se o Brasil doasse uma parte de seu território para um desses povos e els aceitassem se mudar para essa terra? Longe o bastante para esquecerem uns dos outros. Viverem felizes para sempre, com terras boas, produtivas, clima temperado, sem calor excessivo, sem frio demais. Um paraiso. Mas isso não interessa quano o homem está cego pelo fanatismo, pela ignorancia.
Agora, indo ao encontro da filosofia do rito Moderno, é preciso esclarecer o homem, educá-lo de maneira que ele seja livre. Livre a ponto de discordar de tudo e todos até, mas nunca de combater idéias com armas. Livre a ponto de debater, discutir e fazer valer seus direitos, mas nunca de tentar fanatizar o seu semelhante, dando liberdade de consciência às pessoas.
para que isso funcione, só precisamos de um detalhe: Que todos tenham educação semelhante e da melhor qualidade. que todos tenham direito e acesso a essa liberdade, podenso inclusive praticar e defender os pontos d evista de sua crença, mas sem nunca exigir que os semais a sigam também ou que submeta a regras criadas em cima de hipóteses e imaginações. Deus nunca privilegiou ninguém, comprovadamente, para ditar regras de religiosidade ou comportamento.
Temos uma vida para viver e aproveitá-la da melhor forma possível, e não é com guerras que aproveitaremos nossa curta passagem pela vida, a grande oportunidade que tivemos de vir a esse mundo e encarnarmos como seres humanos. Saibamos aproveitar essa chacne convivendo em paz, em harmonia, coletivamente, auxiliando-nos mutuamente, amparando-nos quando necessário, ensinando, transmitindo nossos conehcimentos, oq ue nos dá mais prazer do que o de receber qualquer presente.
A lição é essa, que façamos de nosso conhecimento dos simbolos maçônicos, da fraternidade que aprendemos a viver, a base sólida para uma convivência perfeita. isso não demagogia nem sonho barato, é apenas o uso da razão. Não rpecismaos de fanatismo algum, apenas de liberdade.

3 comentários:
A guerra e o conflito de forma geral, surgem da diferença de desejos. Spinoza dizia que o desejo é a essência do homem e, portanto, a essência da sociedade.
Daí a "guerra de todos contra todos", como apregoava Hobbes e, por isso, a necessidade do Estado que pode usar a "violência legítima" nas palavras de Max Weber, para conter as vontades.
O próprio Direito (que nasce do Estado), tem por função pacificar as relações sociais, harmonizar os conflitos de interesses (litígios).
É neste fundamento, a meu ver, que deve ser trabalhada a questão da violência de humanos contra humanos.
Quando se fala em fanatismo religioso, está se falando no "desejo" inculcado de que todos sigam a mesma crença, a mesma verdade que, na visão do cego de razão, é absoluta.
O fanático religioso é, acima de tudo, um intolerante. O problema é tolerar a intolerância dele.
bem dito.
o mais dificil de tudo que ja imaginei, entre as maiores dificuldades, é aceitar o pensamento alheio, atolerancia total. Na verdade, todos os conflitos nascem do simples fato de não aceitarmos o pensamento do outro, ou melhor, de não eprmitir que ele pense de forma diferente. Ao invés de tentarmos oferecer conhecimetno suficiente ao outro, quando é o caso, desejamos sobrepujar o semlhante. Dai nasce o litigio ou o fanatismo quando conseguimos dominar a mente dele.
Bom, isso da pano pra manga, claro....
A diferneça de desejos nasce da diferneça d ecultura? Da diferença de ambições? Da diferença de objetivos e possibilidades que entendmos possuir?
A vontade do Estado é a vontade todos mesmo? ou a vontade de alguns poucos? Ou de um só que detêm o poder? Como ele pode conter a vonade do povo, se elá for maior que a dos que estão exercendo o poder?
Perguntas surgem quando pensamos.. temos respostas d eacordo com nossas conveniencias, mas é certo uma coisa, para mim, quanto mais soubermos, quanto mais tivermos LUZ, mais dificil será o homem se matar por divergencias de pensamento, podendo sempre encontrar pontos em comum, mas enquanto houver valores, bens materiais, dogmas e a vaidade acima da RAZÃO, o homem continuará se matando em guerras campais ou urbanas como acontece hoje nas nossas cidades. A educação, se não for tarde demais, é o unico antídoto para esse mal, a meu ver.
Concordo que a educação é o caminho óbvio para equacionar o problema do excesso de violência.
A socióloga Agnes Heller faz uma distinção entre as necessidades (desejos), que impulsonam os seres humanos.
Para ela existem as necessidades RADICAIS (qualitativas), que dizem respeito ao divertimento, amizade, amor e convivência; e existem as necessidades ALIENADAS (quantitativas), que se referem ao poder e ao dinheiro.
Através da educação, pode-se orientar a preferência pelas necessidades RADICAIS, limitando-se as ALIENADAS.
Nesse caso, voltando à idéia do desejo, é a convergência do desejo que gera a violência, ou seja, muitos querendo (desejando) o mesmo dinheiro, o mesmo poder, que é limitado a poucos.
É dessa convergência de desejos, que nasce a cobiça, a inveja e outros vícios de caráter que, embora pertencentes ao "humano", devem ser evitados dentro do possível, quando se busca um ideal de felicidade ou, ao menos, serenidade.
Como se vê, o ser humano é tão complexo no seu relacionamento intersubjetivo que pode ser tornar violento não só por diferença de desejos, mas também por convergência, ou seja, quando muitos desejam o mesmo objeto limitado e, portanto, inacessível.
Sobre a "Vontade do Estado", gostaria de opinar dizendo que é ficta em um sistema democrático indireto como o nosso.
Seria real tal vontade em uma autocracia se aceita a idéia de Luis XIV, que dizia: L´État C´Ést Moi (O Estado sou eu).
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